24.12.14

17.9.14

O Haver

Sabe o que mais me irrita em morar no DF? Eventos culturais nunca são divulgados. Você precisa ser daqueles que vai em busca de algum evento para, assim, ficar sabendo, caso contrário você nunca sai de casa e se contenta com a internet.
Por acaso, descobri uma exposição em homenagem ao lindo Vinicius de Moraes na Caixa Cultural, que conta com pinturas de alguns cantores listados mais abaixo e músicas maravilhosas, e fui conferir hoje. Não fotografei lá dentro, porque acho meio chato fotografar em todos os lugares, eu quis aproveitar o momento mesmo. De vez em quando é bom, vocês deviam tentar.
O projeto foi idealizado por Elifas Andreato para homenagear o poeta Vinicius de Moraes. A iniciativa une artes plásticas e música. Por meio deste projeto, 14 músicos convidados criaram individualmente canções inéditas – instrumentais ou letradas – inspiradas no poema O Haver, de Vinicius. Depois, junto com Elifas, cada um desenvolveu uma pintura em homenagem ao poeta. O resultado se materializou em DVD, catálogo e exposição, além de um site que detalha todo o processo de produção. Entre os músicos convidados estão: Chico Buarque, Paulinho da Viola, Toquinho, Martinho da Vila, Zeca Baleiro, Carlinhos Vergueiro, Teresa Cristina, Edvaldo Santana, Badi Assadi, Celso Viafora, Antonio Nóbrega, Chico Cesar, Gabriel O Pensador, e Renato Teixeira.
Eu sou apaixonada por Vinicius de Moraes e pela maioria dos cantores convidados e acrescentou muito à minha vida. Eu sempre achei que certos tipos de  eventos são relaxantes e te tornam mais rico em conhecimento. Sinceramente não consigo descrever quão lindo é o poema e como ele foi colocado diante dos quadros criando uma sincronia perfeita. Só sei dizer que é emocionante, inesquecível. Ouçam o poema e entendam o que quero dizer.

Para quem mora em Brasília, fica aí a sugestão, vale muito a pena.
Clique aqui para mais informações.

15.9.14

ROTAROOTS: 5 comunidades que eu criaria no Orkut

Essa foi a minha reação quando li que o Orkut chegaria ao fim no dia 30 de setembro. Nem quando o MSN deixou de funcionar eu não fiquei tão triste. Gente, eu amo o Orkut até hoje e amo minhas comunidades. Desde 2004 ele está lá, lindo, azul e me dando todo apoio moral nas horas de dor. Tá, não é bem assim, mas gente, estou bem triste por isso; foram ótimos momentos que eu não vou esquecer. Acontece que para dizer adeus ao Orkut, o Rotaroots deu a ideia aos participantes que falassem sobre 5 comunidades que criariam, caso ele ainda estivesse a todo vapor. Então vamos lá:
1) Desafio do comprovante de doação: Depois de tanto desafio bobo na internet, eu desafiaria a todos aqueles que tacaram gelo na cabeça, a mostrar que depois de congelar a cuca (ou não), fez a doação que era a finalidade do desafio do gelo.
2) Eu odeio os depressivos do Facebook: Pra quê, minha gente. Qual a necessidade?? Vai estudar para o ENEM, vai aprender Raciocínio Lógico, aprenda o mínimo das regras gramaticais... ah!!!
3) Adoro video-game. Não sei jogar!: É isso. Eu nunca sei jogar nada, nada mesmo, nem aqueles joguinhos bobos de celular, tipo, Candy Crush. Sou péssima em tudo, porém acho o máximo jogar. Eu passaria o dia todo, mas o mais provável é que eu fique em uma única fase.
4) Eu queria um unicórnio: Porque sim!
5) Olha fera, não vou me estressar com você: É o que eu mais falo pra mim mesma mentalmente e como minhas comunidades me definiam, nada mais justo do que criar essa, né?
**Bonus**
Eu lembro como se fosse ontem, o quanto ri dessa comunidade. Até hoje eu uso a frase "É nóis que voa, bruxão!"
E aqui está meu perfil, tenho até um selo de veterano. Ele está assim há uns 3 anos, desde que entrei pela última vez. Sentirei saudades!

14.9.14

Random photos...

Não costumo fotografar muito quando saio, a não ser que seja esse o objetivo do passeio. Acontece que comprei duas lentes novas para a minha câmera e no mesmo dia fui com meu noivo a um dos lugares mais bonitos aqui de Bsb. Já enjoei de ir ao Pontão, mas não tem jeito, é um lugar muito bonito e dá ótimas fotos.

Música alegre para acompanhar...

11.9.14

American Horror Story: Asylum

Ano passado, prometi que falaria sobre as três temporadas de American Horror Story (agora quatro), mas por motivos diversos e preguicinha, acabei não terminando, mas a vida agora é outra então, vamos lá falar sobre a 2ª temporada: Asylum.
A série se passa em 1964, no Briarcliff Mental Institution, em Massachusetts, e como vocês já devem saber não são continuações e sim uma nova história a cada temporada, o que me faz gostar ainda mais. 
Briacliff é uma instituição assustadora, que deveria cuidar da saúde mental de seus moradores, mas não funciona bem assim. Eles utilizam métodos terríveis para reprimir qualquer um que não siga as regras ou que seja um, digamos assim, curioso, que é o caso da jornalista Lana Winters, uma jornalista, lésbica, que acabou pagando por sua curiosidade. Na verdade, Briacliff abriga várias pessoas que dizem estar lá injustamente.
Eu achei a série bastante assustadora e a melhor até agora. O Dr. Arthur Arden é um monstro e faz experiências médicas com os pacientes, mas para mim, o destaque é a Irmã Jude, interpretada pela maravilhosa Jessica Lange. Do início ao fim, ela foi simplesmente incrível. Só achei que muitas coisas ficaram inexplicadas e totalmente sem nexo, no entanto, como eu disse, considero a melhor temporada até agora.
No decorrer da série, muita coisa acontece e tem até experiências extraterrestres. Faz você pensar sobre as coisas estranhas feitas as escondidas na igreja e que por incrível que pareça, em algum momento da história, realmente aconteceu, como por exemplo, a cura para o homossexualismo. É muito cruel. Sem falar na tortura psicológica. 
Gente, a pior parte a música que toca na série. Essa droga fica na cabeça!! E imagina, você rodeado de gente louca e essa música tocando o tempo todo!


Que horror!!!
Mês que vem estreia a nova temporada e estou torcendo para que seja tão boa quanto a primeira e a segunda, porque a terceira foi bem fraquinha, mas isso já é assunto para o próximo post.

Se você não viu sobre a 1ª temporada, clique aqui.